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| Foto: Reprodução/Internet |
Na noite de terça-feira (28/08), a nação brasileira pode acompanhar a entrevista realizada pelo Jornal Nacional com o candidato a presidente da república pelo PSL Jair Bolsonaro. A entrevista teve uma duração de cerca 28 minutos. Bolsonaro foi sabatinado acerca de diversos assuntos que refletem o perfil de campanha do candidato, destacado-se, principalmente a economia, violência, homossexuais, diferenças salariais entre homens e mulheres, segurança pública e militarização do governo estatal.
A impressão que ficou é que os jornalistas pretendiam, com as suas perguntas, colocar o entrevistado em uma situação complicada e queimá-lo perante os telespectadores. Jair se mostrou firme quanto aos questionamentos que lhe foram feitos e, por meio dos exemplos utilizados, colocou em saia justa os apresentadores do Jornal Nacional William Bonner e Renata Vasconcellos.
Chama a atenção a autenticidade de Bolsonaro. Desde a pré-campanha que o mesmo vem adotando a mesma postura e não seria uma entrevista ao sistema Globo que o faria mudar de personalidade. Ao final da entrevista, em mais um momento, Jair expôs ao público brasileiro, o apoio da Globo ao Golpe Militar de 64, inclusive citando um editorial feito pelo senhor Roberto Marinho, fundador do sistema Globo, já falecido, apoiando o regime ditatorial, onde o entrevistado [Jair] disse que apesar do apoio ao golpe militar, o fato não faria de Roberto Marinho um ditador.
Bem posicionado nas pesquisas eleitorais mais recentes, Jair Bolsonaro parece refletir no pensamento de uma fração de brasileiros a chance de possibilitar a preservação da família e da atuação efetiva do Estado como garantidor da segurança aos nacionais..

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