(Opinião) Eleitores tenham cuidado com a Gestão "Figueira Estéril", esta não gera frutos

Imagem: http://ograndedialogo.blogspot.com.br/


A Parábola da Figueira Estéril — Lucas 13:6—9.

6 Então, Jesus proferiu a seguinte parábola: Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha e, vindo procurar fruto nela, não achou.
7 Pelo que disse ao viticultor: Há três anos venho procurar fruto nesta figueira e não acho; podes cortá-la; para que está ela ainda ocupando inutilmente a terra?
8 Ele, porém, respondeu: Senhor, deixa-a ainda este ano, até que eu escave ao redor dela e lhe ponha estrume.
9 Se vier a dar fruto, bem está; se não, mandarás cortá-la.


Interessante como a palavra de Deus possibilita uma série de interpretações e de certo modo a realizarmos uma analogia ao mundo político. Semelhante a passagem da figueira estéril, uma administração municipal tem uma duração de quatro anos. Durante esse tempo, espera-se que o gestor execute as políticas públicas necessárias a promover o desenvolvimento e o progresso a cidade.

Uma gestão pautada em projetos trilha no caminho correto. Todavia, é necessário ao gestor ter a proatividade de ir buscar os recursos na esfera estadual e federal de modo a garantir o sucesso de tais projetos.

O empreendedorismo e os investimentos em cultura são alicerces essenciais ao crescimento econômico dos municípios interioranos. Mostram-se como elementos capazes a contribuir com a geração de emprego e renda.

Infelizmente, muitos gestores mostram-se incapazes em contribuir com ações voltadas ao melhoramento de seus respectivos municípios. Não conseguem desvencilharem-se da velha política assistencialista. Não possuem visão administrativa. Faltam-lhes o desejo juvenil pela inovação!

O segredo da excelência do sucesso está na composição da equipe de trabalho! Ter uma equipe de profissionais capazes, eficientes e compromissados em gerir o setor público qualificam o município ao topo.

Tenhamos em mente que uma gestão precisa gerar frutos aos munícipes e tais frutos devem vir já nos primeiros três anos de gestão. Os frutos advindos no último ano de uma gestão é somente para tentar ludibriar o eleitorado. Esses frutos são amargos e desprovidos de gerar as molas propulsoras ao soerguimento nos diferentes setores da cidade.

Assim como cita a passagem do evangelho em que árvore que não gera frutos merece ser cortada, o eleitor deve seguir o exemplo ao analisar uma gestão municipal, ou seja, não votar em gestão que não produz frutos e nem muitos menos naquelas que tentam enganar os eleitores gerando frutos no último ano de administração.

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Sobre Rárisson Ramon

Rárisson Ramon, de Ipu - CE de nascimento e criação, é acadêmico de direito, faz participações em rádio e é blogueiro.